Como estamos começando quero esclarecer que sempre teremos uma inspiração do mês e a atual é SKINS, a série britânica, então podem esperar umas imagens por aí nos nossos posts.
Bem o título diz tudo, proponho uma escolha entre os dois, para tanto vou apresentar a vocês minhas impressões dos dois e minhas preferências, além de uma comparação. Então vamos lá, analisar essas duas obras?

Agora e Para Sempre (Now is Good)


Resenha:
Adaptação do livro "Antes de Morrer", de Jenny Downham.
Tessa é uma adolescente de 17 anos apaixonada pela vida. Diagnosticada com uma doença terminal, ela decide fazer bom uso de cada momento fazendo uma lista de tudo o que uma adolescente normal iria experimentar. Com a ajuda de uma amiga, ela começa a pôr em prática os itens da lista. Tessa passa a explorar um mundo novo e viver cada dia o mais intensamente possível. No entremeio, a garota se apaixona por Adam, item que não estava na lista, mas que se prova a mais revigorante experiência de todas.
Minhas impressões:
Ouvi falar um pouco do filme no fandom da Kaya, eu a acho muito diva, mas enfim, Dakota Fanning mais uma vez vem com sua boa atuação e tudo mais para incrementar a história, o drama, que é um gênero que eu gosto muito, mas gosto quando não é previsível, mas só de ler a resenha já sabemos o fim da história, mas mesmo assim resolvi assistir, a questão é por quê? Ora, por causa da Kaya e da Dakota, tirando isso não me interessei por mais nada, mas o filme até que me surpreendeu, por que a Tessa vai morrer, ela vai mesmo, está com câncer e, fase terminal e apesar de ser um pouco filosófico não fica naquela chatice de fazer coisas estúpidas só por que vai morrer, tá eu sei que ela faz coisas estúpidas, mas não é por causa da morte iminente, é por causa da vontade experimentar e isso faz muito mais sentido do que as outras histórias.
Eu não gosto de ler/assistir filmes que retratem o câncer por que eles sempre mostram o lado péssimo e esquecem de mostrar o lado menos ruim, mas a verdade é que se contarem a história de alguém que venceu não será tão filosófico. Essa é a questão é emocionar para brilhar, por isso não costumo fazer o que fiz hoje, mas parece-me que valeu a pena, por que esse filme não ensina essa história de CARPEM DIEM e sim de fazer sua vida valer a pena.

EU RECOMENDO.

A Culpa é das Estrelas


Resenha:
Bem, por enquanto é só o livro de John Green, mas ano que vem será lançada a adaptação cinematográfica do livro.
Pelo mesmo motivo retratado anteriormente, estava receosa em ler esse livro, mas li, li por que meus divos amigos virtuais falavam muito dele. Foi uma experiência positiva e decepcionante ao mesmo tempo. Por que? Bem, o livro conta a estoria de Hazel Grace, diagnosticada com um tumor maligno e graças a um  milagre da medicina, ela consegue um medicamento experimental que impede o avanço deste. Sempre acompanhada de Felipe, seu cilindro de oxigênio, Hazel é forçada pela mãe a participar de um grupo de apoio a pessoas com câncer, lá ela conhece Augustus  Waters, ex-jogador de basquete que perdeu parte da perna por causa de um câncer nos ossos, Gus, como ele é chamado pelos mais próximos, frequenta o grupo para apoiar o amigo Isac, que perdeu um dos olhos também por causa do câncer e que corre o risco de perder o outro também.
Conhecer Augustus foi de longe a melhor coisa que aconteceu na vida de Hazel, ela levava a vida conformada com sua morte iminente e Gus muda essa realidade, cresce entre os dois uma relação de amizade e apesar das tentativas de Hazel para evitar, eles acabam se apaixonando. Juntos eles passam a dividir medos, crenças, teorias e a refletir sobre a morte.
Assim, ao refletir sobre a morte, Hazel apresenta a Gus seu livro favorito: UAI ( Uma Aflição Imperial), ele também gosta do livro e os dois ficam motivados em descobrir o final do livro. Trocam vários e-mail com Peter e sua assistente Lidwig, e Peter diz que só contará o final pessoalmente, e ele mora em Amsterdã, na Holanda. Então, Augustos e Hazel embarcam até Amsterdã e lá conhecem Peter Van Houten, mas ele não era quem eles esperavam, era um velho alcoólatra e rabugento e não conta o final do livro
Na volta de Amsterdã Hazel descobre algo que mudará completamente o rumo da história. Mas o que será? Quem já leu sabe.
Minhas Impressões:
Legal, mas não sei não, não curti muito.
Sei lá, a história é legal, mas os pontos positivos vou apresentar na minha comparação. Hazel leva uma vida entediante até Gus mudar tudo isso, mas entediante por causa da superproteção dos pais, a necessidade em prolongar sua vida e tudo mais acaba impedindo-a  de aproveitar suas vidas, além é claro de todas as limitações impostas pela doença. Gus a liberta desse mundo de privações e lhe dá a liberdade para viver intensamente e isso tudo é lindo, mas tudo que é bom acaba.

Qual dos dois?
Ora essa, os dois, mas que fique claro, prefiro Agora e Para Sempre, mas acho que a A Culpa é das Estrelas pode valer a pena, depois é claro de dizer isso tenho que dizer uma coisa positiva sobre os dois: A linguagem clara e objetiva, sem fru frus, própria dos adolescentes, bem isso já era de esperar em Agora e Para Sempre, por ser um livro britânico e geralmente os escritores britânicos gostam de retratar essa realidade, mas os americanos não, eles gostam de romantizar e enfeitar tudo, porém John Green não faz isso, ele é realista e esta é a melhor parte.


2 comentários:

  1. quero ler os dois livros, pois trata-se de um assunto complicado e interessante para os dias atuais.

    ResponderExcluir

Diga algo idiota ou inteligente, não importamos desde que seja sobre a gente.
Rima tosca,
by:
Apolo

Tecnologia do Blogger.

Sejam bem vindos.

Hoje é:

Parceiros

Postagens populares

Seguidores